quarta-feira, 23 de novembro de 2016

pokemon sun e moon




SAIBA COMO EVOLUIR NOVOS POKÉMON EM SUN E MOON



Salandit

A salamandra do tipo Veneno/Fogo evolui para Salazzle no level 33... mas só se for fêmea. Sim, seu Salandit macho servirá às fêmeas alfa por toda eternidade, lide com isso.


Steenee

A jovial Steenee (que evolui de Bounsweet no level 18) pode transformar-se na imponente Tsareena com uma condição: o Pokémon deve saber o ataque Stomp, aprendido no level 29, para pisar nas inimigas, obviamente.


Type: Null

A quimera Type: Null evolui para Silvally assim que ele adquire um level quando sua felicidade está no máximo. Uma boa dica para isso é usar a função Pokémon Refresh com frequência e dar a ele Malasadas para comer. Deixar o item Soothe Bell também auxilia no processo.


Fomantis

O pequenino louva-a-deus Fomantis evolui para Lurantis a partir do level 34, mas apenas durante o dia.


Yungoos

O roedor pentelho dessa geração assume sua forma evoluída Gumshoos a partir do level 20, mas apenas se isto acontecer durante o dia.


Charjabug

O inseto que mais parece uma bateria Charjabug (que já é a forma evoluída de Grubbin, a partir do level 20), torna-se Vikavolt com uma condição bem específica: ganhe um level próximo da grande pedra do lado de fora do Vast Poni Canyon, no Ancient Poni Path, na Poni Island.


Crabrawler

Mais uma evolução ligada a local -- o caranguejo briguento evolui para Crabominable ao ganhar um level na neve do Mount Lanakina, assumindo a tipagem dupla Lutador/Gelo.


Rattata de Alola

Nosso rato preferido (ou detestado) ganhou um bigode em Alola e evolui para o gorducho Raticate a partir do level 20, mas apenas durante a noite.


Pikachu

A forma evoluída do principal mascote da franquia em Alola é do tipo Elétrico/Psíquico e a maneira de transformá-lo continua a mesma: por meio de uma Pedra do Trovão (Thunder Stone), mas colocamos na lista pois Raichu só vai aprender golpes psíquicos quando evoluir e nada mais posteriormente (sem contar TMs).


Sandshrew de Alola

A forma normal de Sandshrew evolui para Sandslash no level 22, mas em Alola será necessária uma Pedra do Gelo (Ice Stone) para que a variante Gelo/Aço assuma sua nova forma gélida.


Vulpix de Alola

Nas outras regiões, Vulpix é do tipo Fogo, mas em Alola a raposa é do tipo Gelo e evolui para um majestoso Ninetales do tipo Gelo/Fada por meio de uma Pedra do Gelo (Ice Stone).


Meowth de Alola

O desdenhoso Meowth da região de Alola evolui para Persian apenas quando sua felicidade está no máximo. Uma boa dica para isso é usar a função Pokémon Refresh com frequência e dar a ele Malasadas para comer. Deixar o item Soothe Bell também auxilia no processo.


Graveler de Alola

Com sobrancelhas, barba e tipagem Pedra/Elétrico, o Graveler de Alola evolui para Golem da mesma forma de sempre: apenas quando é trocado para outro jogador.


Exeggcute

O método de evolução de Exeggcute continua o mesmo (usando uma Pedra da Folha/Leaf Stone), mas você bem sabe que agora ele vira o cômico Exeggutor de Alola, do tipo Grama/Dragão -- e sim, ainda estamos tentando entender.


Cubone de Alola

Nesta nova região, o filho perdido de Kangaskhan também evolui no level 28, mas apenas durante a noite para virar o Marowak de Alola, do tipo Fogo/Fantasma.









segunda-feira, 21 de novembro de 2016

A invasão do DEDSEC em São Francisco


NOVO JOGO LANÇADO PELA UBISOFT

WHAT DOGS 2

Watch Dogs 2 é o novo jogo de ação em terceira pessoa da Ubisoft. Com versões para PS4Xbox Onee PC, o título conta a história de Marcus Holloway e seu grupo de hackers
 na luta contra o "ctOS 2.0", em São Francisco.

A sequência direta de Watch Dogs é basicamente o que o primeiro jogo deveria ter sido. A começar pela narrativa. A pauta de vingança, explorada de forma rasa pelo desinteressante protagonista Aiden Pearce, foi deixada de lado para dar lugar a um moderno bando de hackers.
Assista ao gameplay de Watch Dogs 2:



Embora a temática também seja delicada como o tema vingança, Watch Dogs 2 é um game muito melhor por não se levar tão a sério. Logo no início, o protagonista Marcus Holloway é recrutado pelo "DedSec", cujo objetivo é desestruturar a versão 2.0 do sistema operacional central de São Francisco, instalado pela "Corporação Blume".
O plano dos hackers para derrubar a rede de dados pessoais, que permite controlar toda a cidade, é executar ataques virtuais subsequentes em alvos pontuais. Para isso, Marcus deve cumprir favores a pessoas influentes e participar de desafios, a fim de elevar a popularidade do nome "DedSec" e, consequentemente, ampliar o número de seguidores. 

Há muitas referências a celebridades, figuras e organizações do mundo real, seja do mundo tecnológico ou não, como Donald Trump, presidente eleito dos Estados Unidos, o rapper Kanye West e o coletivo Anonymous, associado ao "hacktivismo". A versão satirizada da nossa realidade, complementada com diálogos bem construídos e toques de humor, é o que dita o ritmo da história.

Os hackers coadjuvantes, assim como Marcus Holloway, esbanjam carisma, o que é um ponto bastante positivo, tendo em vista que o último game apresentou personagens mal desenvolvidos. Apesar de o protagonista falar pouco, há motivos de sobra para gostar dele e de suas ações.
Um verdadeiro passeio turístico pela cidade de São Francisco
Diferentemente da metrópole acinzentada de Chicago, palco do primeiro Watch Dogs, São Francisco está muito bem representada com pontos turísticos fiéis à realidade. Cores vibrantes e detalhes minuciosos nos ambientes tornam o mundo aberto de Watch Dogs 2 um dos mais bonitos entre todos os jogos da Ubisoft.

Pode parecer exagero, mas explorar a área da baía de moto é como viajar à cidade californiana em carne e osso. Isso porque os principais elementos da região foram recriados com maestria, desde sua estrutura de ruas verticais e construções históricas a praias exuberantes e restaurantes.
O resultado final é um mundo crível, com personagens e gráficos realistas de cair o queixo. Tecnicamente, porém, o jogo sofre com alguns problemas de bugs aqui e ali, além de quedas ocasionais na taxa de quadros – principalmente no PS4 Pro por proporcionar um visual acima da média –, mas nada que seja capaz de comprometer a experiência.
Piratas de computador
Watch Dogs 2 é diferente do primeiro episódio em diversos aspectos. O principal ponto é que as mecânicas de hack, aqui, funcionam. O número de interações com elementos do cenário é muito maior em comparação ao antecessor, e todas as ações são executadas de forma natural – semáforos hackeados não provocam mais acidentes exagerados e fora da realidade, por exemplo.O jogador consegue controlar praticamente todos os objetos que compõem o ambiente, desde guindastes e sinais de trânsito a veículos e sistemas de seg
urança. Se no primeiro Watch Dogs a diversão era bloqueada pelas limitada mecânica de hack, agora, a sensação é de ter assumido controle total da cidade.
Marcus tem à disposição dois periféricos tecnológicos projetados por meio de uma impressora 3D: um drone padrão para facilitar a exploração no ar – disponível para compra após as missões iniciais – e um carrinho de controle remoto, oferecido logo no começo da jogatina.
Com o auxílio dos acessórios, Marcus não precisa estar fisicamente presente no local da missão para que a invasão virtual aconteça, visto que os robôs são controlados remotamente. Isso possibilita novas táticas e garante uma camada extra de complexidade ao gameplay.
Por conta do número maior de oportunidades, a inteligência artificial dos oponentes está mais refinada. Como não é permitido carregar e esconder corpos, o nível de dificuldade foi amplificado. À vista disso, é preciso pensar duas vezes antes de derrubar o inimigo em sua posição atual.
O sistema de habilidades também foi consideravelmente expandido. Marcus pode se especializar em três tipos de combate: agressor, trapaceiro e fantasma. Ao atuar como agressor, o personagem utiliza armas letais e aguenta trocar tiros. No caso de agir como trapaceiro, ele recorre a dispositivos tecnológicos para derrubar os rivais, enquanto o fantasma é voltado unicamente às ações furtivas.
As especialidades de combate são muito bem-vindas, já que deixam o jogador livre para moldar o personagem de acordo com o estilo de jogo desejado. Mesmo com toda essa liberdade, Watch Dogs 2 funciona melhor como um game stealth, uma vez que seus quebra-cabeças e desafios foram projetados para serem resolvidos de forma sorrateira.
Ainda que boa parte das missões da história se resumam a entrar furtivamente em um local protegido, há muito a se fazer pela cidade. São Francisco está literalmente recheada de corridas de kart, drones, carros e motos, enigmas e desafios de fotografia. São tantas atividades a cumprir que é comum ficar perdido em meio a tantos ícones sinalizados no minimapa.
Esse talvez seja um dos games de mundo aberto mais diversificados da atual geração – desde o lançamento de GTA 5 o mercado está carente de um projeto ambicioso com ambientação urbana. Certas tarefas se repetem de vez em quando, mas a qualidade do conteúdo é inquestionável.
O componente online, por sua vez, é integrado ao modo campanha e traz modos competitivos e cooperativos. O personagem pode concluir objetivos multiplayer a partir do mapa da campanha single-player, que destaca as missões online em roxo.
TIME DA DEDSEC






COISAS SOBRE O IPHONE 7

8 coisas que trouxeram com o iphone 7

                     1. Mudanças no design                                            



De modo geral, os novos iPhones vêm com o mesmo design da edição passada, mas há pequenas diferenças que merecem ser mencionadas. Para começar, existe uma nova cor chamada “Jet Black”, que foi criada exclusivamente para as versões com maior capacidade de armazenamento.



2. Novo botão “Home”

O botão “Home” não chegou a ser modificado esteticamente, mas se tornou uma ferramenta menos “clicável”.  Ele agora é composto de um material capacitivo, preparado com sensor de pressão e resposta tátil para os usuários, que também podem aproveitar o recurso para utilizar uma série de funcionalidades Force Touch.
Mesmo não sendo clicável, a Apple promete que a resposta “haptic” fará com que a utilização permaneça com a mesma qualidade de interação que víamos anteriormente. Importante ressaltar que os recursos de Touch ID continuam funcionando da mesma maneira.



3. Agora à prova d’água

Agora, os iPhones também trazem resistência a água e poeira, tendo certificação IP67. Isso significa que os aparelhos se mostram muito menos frágeis do que as gerações anteriores. Eles não podem ser mergulhados e usados em piscinas, mas resistem a quedas na água e também podem ser usados na chuva, por exemplo.


4. As grandes mudanças nas câmeras

Apesar de manterem os sensores com resolução máxima de 12 megapixels, as duas versões dos novos iPhones receberam atualizações. Para começar, os dois ganharam um novo processador com 60% mais velocidade e 30% mais eficiência, capaz de capturar imagens em 25 milissegundos.
No iPhone 7, o destaque fica na chegada da estabilização óptica, que antes era exclusiva dos Plus. E por falar no Plus, é lá que estão as grandes novidades. O dispositivo conta com um sistema de lentes duplas, que promete mais qualidade na captação de luz, zoom óptico e criação de efeitos de profundida de campo 
                                                                      
  

5. Tela mais viva

Na nova geração, as telas permanecem com os mesmos tamanhos e resoluções. A diferença fica na exibição de cores, pois agora há um aumento na gama delas. Também há melhorias no brilho dos smartphones, representando 25% mais luminosidade. Nessa soma, a Apple promete trazer uma tela muito mais viva para todos os consumidores.





6. Adeus, fones comuns

Como já era cogitado há tempos, os novos iPhones não trazem conectores de fones de ouvido com 3,5 milímetros. Agora, os aparelhos são equipados apenas com conectores Lightning e, para usar os fones tradicionais, é necessário conectar um adaptador ao iPhone — lembrando que esses adaptadores fazem parte do kit dos iPhones 7.



7. Novo hardware

Para os iPhones 7 e 7 Plus, a Apple investiu na utilização dos processadores A10 Fusion. Eles contam com quatro núcleos de processamento, sendo dois de alto desempenho e dois designados às funções de alta eficiência — utilizando apenas 20% da energia total. De acordo com a fabricante, há 40% mais poder de processamento central e 50% mais poder de processamento gráfico do que os vistos na geração anterior.
Vale dizer que a Apple também investiu em novidades para as baterias. Apesar de não revelar números relacionados à carga, a empresa de Cupertino afirma que os novos aparelhos possuem autonomia maior do que a vista na geração 6s. Isso significa que os iPhones 7 oferecem 12 horas de autonomia em 4G e os iPhones 7 Plus, 13 horas de autonomia nessas redes.

8. Armazenamento extra

Assim como grande parte da imprensa já esperava, os iPhones 7 e iPhones 7 Plus não vão mais contar com uma versão de 16 GB — a opção de entrada traz 32 GB. Também foi extinta a versão de 64 GB, agora a versão mid passa a ser a de 128 GB. Por outro lado, há uma nova opção de alto desempenho com 256 GB para o armazenamento de dados no iPhone 7 Plus. O iPhone 7 permanece com opções de 32 GB, 64 GB ou 128 GB.